sábado, 5 de julho de 2008

O Artista e a Cibercultura

Começou assim [até onde funciona a memória do Luiz]:

O pintor espanhol Pablo Picasso aceitava todo e qualquer convite para mostras e exposições. Só que nem sempre comparecia ou enviava suas obras para os eventos. Preguiçoso que só, o menino.

Num desses eventos a organização entrou em contato com o artista um pouco antes preocupados com o fato de terem alardeado a presença e obra de PP e até o momento nada.

Serelepe e faceiro, Pablito envia uma de suas pinturas por fax.

"Meu Deus!!", pensaram os organizadores, que eram autoridades do assunto 'arte'. "Onde diabos estará a obra? Nesse fax, na casa de Picasso ou voando como informação?".

Assim, deu-se início às discussões sobre a territorialidade [que dá sequência a questão de autoria e reprodutibilidade de Benjamin], ou desterritorialidade, na obra de arte, que é uma das, senão a, mais importantes discussões para definição do conceito de ciberarte.

2 comentários:

Unknown disse...

¡Hola!
Fico feliz que a carta tenha chegado. Fico esperando uma resposta então...
Besos

Unknown disse...

Amiguinho, por isso preciso praticar mais, mas vc não o achou rnaçoso e cansativo? Foi a opinião da crítica.

Jon Voight ainda não morreu e infelizemnte continua fazendo péssimos filmes. E Michael Caine deu uma entrevista falando dos clichês no cinema brasileiro que me deixaram deprimida e decepcionada.
Beijos Grandes